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Como guerras impactam o mercado financeiro e o crescimento econômico
Com a chegada da globalização e de um mundo completamente integrado, os conflitos entre países afetam diretamente os mais diversos setores. Isto é, a economia global.
E, muito além disso, os conflitos internacionais não afetam apenas os países que estão diretamente envolvidos nas guerras, na verdade, todo o mercado é impactado por ele.
Portanto, como André de Azevedo Avelino analisa, o comportamento dos mercados não é apenas uma batalha entre algumas nações. Afinal, o crescimento do PIB, as decisões de investimento e principalmente alguns setores mais específicos globalmente, sofrem bastante influencia durante esse período.
Geopolítica e economia global
André entende que os efeitos dominó da guerra são fundamentais para compreender o cenário do mercado financeiro. Afinal, é necessário analisar e refletir quais investimentos e medidas de políticas públicas poderão ser adotadas ou repensadas durante esse período.
Os eventos geopolíticos que uma guerra pode gerar também envolve a dinâmica de crescimento de um país ou de um setor. Sendo assim, ela impacta diretamente na economia global. Um exemplo disso é o setor de empresas de energia.
O impacto das commodities energéticas
Ou seja, os conflitos que hoje centralizam-se no Oriente Médio, como analisa André Avelino, têm a tendência a aumentar o preço das commodities energéticas. Pode parecer um tanto quanto estranho, mas o aumento do preço do petróleo e do gás natural tende a disparar devido aos atritos.
Dessa forma, como avalia André, o resultado disso é um grande risco da interrupção do fornecimento global de energia. Por conta da inflação que é gerada devido a este efeito dominó, as questões de transporte e de produção se tornam ainda mais caras.
Juros mais altos e desaceleração do crescimento do PIB
Portanto, dentro de um cenário mais restritivo, não é difícil de se imaginar que com a inflação alta irá resultar em taxas de juros mais elevadas e condições mais limitativas. Isto é, segundo André de Azevedo Avelino, isso gera um ritmo reduzido nos investimentos e principalmente, no consumo.
Sendo assim, os dois setores fundamentais para o crescimento econômico entram em colapso, resultando no PIB ainda mais desacelerado. Dessa forma, o mercado financeiro não avança, piorando a economia a períodos de estagnação ou até mesmo, e em casos mais graves, de recessão.
Contudo, André Avelino entende que este é o caso mais extremo que os conflitos entre Estados Unidos, Israel e Irã. Além disso, também é necessário avaliar que o desaceleramento da economia global afeta diretamente a bolsa de valores. Isso pode até mesmo impactar a alocação de capital dos investidores.
Impactos nas empresas e nas bolsas de valores: Reação dos investidores em cenários de crise
Pensando pelo lado de especialistas, assim como André de Azevedo Avelino, o mercado acionário está preparado e age de maneira ágil em cenários de conflitos geopolíticos. Ou seja, investidores tendem a avaliar todos os tipos de projeções de crescimento e de desaceleração do mercado. Além disso, o lucro e os riscos também.
Portanto, é importante compreender que empresas dos mais diversos setores acabam impactadas e sofrem nesse período, principalmente as que dependem de energia ou das logísticas globais.
Oportunidades e diversificação de investimentos
Isto é, por mais que a guerra possa impactar negativamente, companhias de produção de energia poderão encarar um momento para se beneficiar da alta dos preços. Sendo assim, André Avelino acredita que esses momentos são fundamentais para diversificar nos investimentos.
Para saber mais sobre a matéria citada e sobre André de Azevedo Avelino, leia mais.
Artigo criado pela equipe de redatores da agência Zonta Web Solutions de Curitiba.